Ventando sem limite de caracteres.

Não me chamam de furacão à toa.Sou intempestiva,agito discussões,falo o que penso.Não sei resumir,porque tudo pra mim é importante.
Este blog é onde posso escrever o que penso sem limites de caracteres.
Não esperem ventanias a todo momento...sabem como são os furacões...sazonais. ;)

Este farol do fim do mundo avisa:a qualquer momento pode vir ventania por aí.

VRUUUUUUUUUUUMMMMMMMMMMMM!!!!!!!!!!!!!!!



Sejam bem vindos.
Abraços.





domingo, 29 de janeiro de 2012

War Horse por Steven Spielberg.



Ousadia pouca é bobagem quando trata-se do mestre dos filmes de ação/ficção.
Espantei-me ao saber de seu nome envolvido neste drama comovente.
Foi às lágrimas que Spielberg saiu do teatro ao ver a montagem londrina decidindo torna-lo filme.
Desafio em fazer algo totalmente diferente do costumeiro? Talves,mas acredito mais na sua paixão por fazer algo que só acredita que realmente vale a pena se tocar o coração das pessoas.
E foi assim que o mestre verteu para o cinema uma estória que a princípio é parecida com tantas outras.
De novo a estória de um garoto e seu cavalo.
O diferencial é que temos Spielberg desta vez.
Ele não dá ao animal aquele excesso de personalidade humana ridicularmente patética que chega a nos irritar,e sim o trata com uma competência ímpar de nos revelar sua irracionalidade mas ao mesmo tempo seus sentimentos animais.
É no equilíbrio que acerta.
Aborda amizade,lealdade,compaixão,muitas vezes esquecidos no cotidiano, e aqui revelados de forma dura,na atmosfera da guerra,justamente pra refletirmos.
O filme é isso,cenas fortes,duras,cruéis(pessoas saiam da sala)e em meio,sentimentos tão nobres.
Resisti bravamente às lágrimas até a cena em que o cavalo vendo que seu amigo equino não aguentaria subir a montanha com um canhão,(o que custaria-lhe uma bala na cabeça)oferecesse para tal sacrifício.
Até onde você iria por um amigo?Seria capaz de carregar-lhe sua cruz?
O filme nos encosta na parede e pensamos naquela meia dúzia de pessoas a quem realmente somos leais e respondemos de imediato:sim.
A partir de então,baldes e mais baldes de lágrimas.
Na cena final,com um “Q” de E o Vento Levou...(céu alaranjado no pôr do sol)arrebateu-nos o coração e fomos às palmas emocionadíssimos.
Spielberg é o gênio que soube trazer às telas a mais pura emoção do teatro.

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